• IHGI participa do lançamento de livro do IPHAN na Antiga Sé

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Foto: Oscar Liberal

No dia 16 de dezembro, o IPHAN realizou a cerimônia de lançamento do livro A escultura religiosa do Rio de Janeiro Colonial através dos inventário do IPHAN e do INEPAC (1565-1821), na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, na Rua Primeiro de Março, no Rio de Janeiro, com a participação do presidente da autarquia, Leandro Grass, a Superintendente do IPHAN/Rio, Patrícia Wanzeller, Padre Silmar Alves Fernandes, Curador da Comissão dos bens culturais da Igreja da Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, dentre demais autoridades eclesiásticas, e o Diretor Geral do INEPAC Francisco Brando.

Também registraram presença no evento: o presidente do Instituto Histórico e Geográfico Itaborahyense (IHGI), Deivid Antunes da Silva Pacheco; o vice-presidente da mesma instituição, João António Vieira; o vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Niterói (IHGN), Antônio Seixas; o presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Nova Iguaçu (IHGNI), José Luiz Teixeira; o vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), Paulo Knauss; o Provedor da Irmandade da Igreja de Nossa Senhora da Lapa do Mercadores, Cláudio André Castro; o Chanceler do Círculo Monárquico do Rio de Janeiro, Dr. Bruno Hellmuth; e o restaurador teuto-brasileiro, Weissmar Laurence Robertson.

Da esquerda para direita: Antônio Seixas, José Luiz Teixeira, João Vieira e Deivid Antunes

O livro é de autoria do Rafael Azevedo, Doutor e Mestre em Artes Visuais/História da Arte pela UFRJ, e museólogo do IPHAN. A publicação contou a revisão de D. Mauro Maia Fragoso, OSB, possui miolo de 580 páginas com capa dura

“Retirar essas obras da cortina do esquecimento significa reforçar que a identificação e a difusão do patrimônio são marcos civilizatórios essenciais para compreendermos nosso passado e protegermos nossas heranças culturais”, afirmou o autor, Rafael Azevedo. 

Fonte: Divulgação IPHAN.

Das várias igrejas coloniais abordadas pelo livro, destacam-se a Igreja Matriz de São João Batista e a Igreja de São Barnabé, localizadas no município de Itaboraí, portanto, a presente publicação, corrobora com a missão institucional do IPHAN e do INEPAC de preservarem o patrimônio cultural nacional e estatual, como também de promover e divulgar pesquisas sobre arte sacra fluminense.

Nesse sentido, o trabalho de Rafael Azevedo instiga historiadores, pesquisadores e demais preservacionistas do estado do Rio de Janeiro, a complementar informações da obra, a fim de unir esforços entre sociedade civil, órgãos de patrimônio cultural, autoridades civis e policiais, Poder Judiciário e Ministério Público, na localização de inúmeros bens culturais sacros furtados ou desaparecidos da igreja barrocas listadas pela obra A escultura religiosa do Rio de Janeiro Colonial através dos inventário do IPHAN e do INEPAC (1565-1821).

Desta forma, o Instituto Histórico e Geográfico Itaborahyense (IHGI), executando suas finalidades estatuárias, a partir desta matéria, lista algumas imagens sacras e objetos litúrgicos desaparecidos da Igreja Matriz de São João Batista.


P R O C U R A – S E


Nossa Senhora do Rosário

Imagem de madeira policromada de autoria não identificada, do século XVIII.

A imagem de orago do retábulo da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos.

Situação: desaparecida


Santa Barbará

Imagem de madeira policromada de autoria não identificada, do século XVIII.

A imagem do retábulo de Nossa Senhora do Pilar, construído pelo capitão Manuel Antunes Ferreira

Situação: desaparecida


Nossa Senhora do Amparo

Imagem de madeira policromada de autoria não identificada, do século XVIII.

A imagem de orago do retábulo da Irmandade de Nossa Senhora Amparo.

Situação: desaparecida

Nossa Senhora do Pilar

Imagem de madeira policromada de autoria não identificada, do século XVIII.

A imagem de orago do retábulo de Nossa Senhora do Pilar, construído pelo capitão Manuel Antunes Ferreira.

(Abaixo imagem de Santa Cecília).

Situação: desaparecida


Par de anjos dos 3 retábulos do lado do Evangelho (lado esquerdo)


Cruz, castiçais e Cartas Glória, em prata de lei – século XVIII


Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Porto das Caixas

Coroa de Nossa Senhora

Coroa de prata cinzelada e repuxada, com pedras precisas e semipreciosas, possivelmente esmeraldas, ametistas, topázio imperial e água-marinha da imagem de Nossa Senhora da Conceição de Porto das Caixas.

Situação: desaparecida – furtada entre 2008/2009


O IPHAN mantém o Banco de Bens Culturais Procurados (BCP) para rastrear itens protegidos furtados ou desaparecidos, como obras de arte sacra, manuscritos, objetos históricos, livros raros e coleções arqueológicas. O foco principal são bens móveis e integrados de alto valor cultural e histórico. 

Constam nessa lista 15 objetos entre cálices, resplendores, âmbulas, punhal, cora e a chave do sacrário, além das imagem acima que ainda não constam no banco de dados.

Se você viu ou sabe alguma informação sobre o paradeiro de alguma imagem ou objeto litúrgico, denuncie de forma anônima ao IPHAN = faça aqui a sua denúncia

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